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quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Concursos de design: uma oportunidade ou um desserviço à categoria?

Por Ruth Klotzel - 26/07/2007

Recentemente, depois de ter começado a escrever este artigo, estive envolvida em uma peleja a respeito de um concurso para identidade visual mal formulado e muito desfavorável para a categoria dos designers. Não quero aqui mandar nenhum recado. A intenção é de discutir questões éticas importantíssimas que muitas vezes passam desapercebidas, camufladas pelos atrativos de concursos charmosos e aparentemente inofensivos.A prática de concursos tem sido utilizada larga e inescrupulosamente, mesmo por pessoas bem intencionadas, ignorando as fronteiras da ética da profissão, por vezes sob a justificativa de dar oportunidades para designers.


Leia na íntegra: http://www.designbrasil.org.br/portal/opiniao/exibir.jhtml?idArtigo=1078

domingo, 15 de abril de 2007

Logomarca: um erro

Por Gilberto Alves Jr.

O design é uma profissão nova e por isso padrões ainda não existem ou estão sendo produzidos e difundidos. Não temos padrão para quase nada, desde salário até saber o que é e o que deixa de ser a profissão. Entre esses padrões que ainda não existem, está o padrão terminológico. Em profissões antigas os termos estão bem claros e não há dúvidas sobre eles, mas no nosso caso, sempre temos que estudar um termo novo para verificar se a utilização dele é correta ou não.

Justamente por causa dessa falta de paradigmas alguns profissionais e professores utilizam e difundem termos que não são os melhores para determinados objetos. Um deles e talvez o mais polêmico é o logotipo.

Vira e mexe temos a mesma discussão sobre esse termo, não só aqui na [dG] mas também nas agências, com os colegas, com clientes etc. Por isso eu penso que seja muito importante sermos bastante sérios a este respeito, para o bem e o crescimento dessa profissão. Então vamos analisar alguns termos e sua raiz etimológica para ver se estão corretos ou são só vícios de linguagem.

Logomarca, um erro

Muito utilizado principalmente por publicitários e marketeiros, este termo tem se difundido também entre os profissionais do design para se referir ao logotipo. Muita gente diz que está errado, outros dizem que está correto, alguns defendem o neologismo, outros afirmam que é uma aberração, mas só a pesquisa nos trará luz à questão.

Logomarca como neologismo

Neologismo é a criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho. Para que a "logomarca" seja um neologismo, temos que admitir que é um termo novo ou que é um termo antigo que está sendo tomado por um novo significado. Sim, admito que "logomarca" é um termo novo, mas isso não significa que seja correto empregá-lo como sinônimo de logotipo. Qualquer palavra pode ser um termo novo para algum objeto, desde que o povo a utilize para este mesmo objeto ou sentido. Mas isso não significa que esteja correto. A menos que seja uma forma conotativa da palavra, o que não é o caso da logomarca, desde que este termo é utilizado para um único tipo de objeto e significado. Então, não podemos aceitar o termo logomarca simplesmente por ser um neologismo.

Sentido etimológico do termo

O termo logomarca é formado pela união de "Logo" e "Marca".

Logo, vem do grego Lógos. Significa palavra, uma narração ou pronunciamento, verbo, conceito, idéia. Mas não palavra como esta é falada ou escrita, mas o significado dela, ou seja o conceito. Reforço ainda o conceito de Logos dizendo que o termo "palavra" puro e simples no grego é Lexi.

Marca, vem do germânico Marka. Quando traduzimos do germânico, ou mesmo do português ou inglês para o latim temos o termo Signum, que traduz-se claramente para significado. E mesmo no português, e no uso moderno da palavra marca significa tudo aquilo que uma empresa representa. Sendo assim, logomarca é um termo redundante: significado do significado. Assim vemos porque não podemos utilizar este termo para falar sobre um Logotipo.

Logotipo, um possível padrão

Nunca vi absolutamente ninguém dizer que este termo está errado. Mas mesmo assim, vamos analisá-lo para ter certeza disso. Esta palavra é formada pela união dos termos "Logo" e "Tipo". "Logo", como já foi explicado, significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra.

Tipo, do grego týpos. Em inglês traduzimos para type, que para o português significa tipo, gênero; figura; sinal, símbolo; modelo, amostra, maquete. É aí que mora o perigo: é muito mais difícil estudar qualquer assunto em português do que em inglês porque temos muitos significados para uma mesma palavra. Tipo neste caso significa um sinal ou símbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como "a", são tipos (símbolos gráficos) dos sons que emitimos.

Para este mesmo termo, temos ainda dois outros correspondentes em grego. Se você procurar um bom léxico inglês-grego, e procurar o termo logotype (tudo junto, não um depois o outro) você vai ver que symplegma e logotypos têm o mesmo significado já explicado acima. Aliás, poderíamos mesmo adotar como um neologismo o termo "symplegma". Imagina só o seu diretor de arte dizendo: "hum, esta symplegma não está como o cliente pediu"!

Sendo assim logotipo é: o símbolo visível de um conceito. Este termo é perfeito para o que ele significa pois é justamente o que fazemos. Temos uma empresa cliente que nos dá um conceito (logo) a trabalhar, e nós somos incumbidos a fazer um símbolo gráfico (tipo) para este conceito. Este tipo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra para se ler, ou somente as letras do nome da empresa mas desenhadas de forma que mostrem o conceito. Ou pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o símbolo gráfico de um conceito ou logotipo.

Sinal gráfico, uma alternativa coerente

Alguns mestres de programação visual e outros profissionais estão trazendo este novo termo, este sim um bom neologismo, para o meio. Sinal, do latim Signum, significa tudo que faz lembrar ou representar alguma coisa, ou seja um significado ou conceito.

Gráfico, do grego Grafikos, significa alguma coisa colorida, pintada, desenhada, uma representação visual de algo. Seria um sinônimo de typos, porém com uma conotação de cor, colorido e menos de um símbolo gráfico, ainda que tendo sim este significado. Sendo assim, sinal gráfico significa também: o símbolo visível de um conceito.

Identidade visual, muito bom se usado corretamente

Este é outro termo utilizado por alguns designers, tem um significado bem claro e objetivo. Identidade é o conjunto de peculiaridades de uma pessoa, coisa ou empresa. Visual, o que se pode ver. O problema desse termo é que ele não enfoca o conceito, a idéia, a palavra. Mas significa, no ramo do design, as peculiaridades gráficas de uma empresa. Essas individualidades visuais são muito mais abrangentes que somente o logotipo, pois abrangem o site, os cartões de visita, os carros, uniformes, enfim, todo aparato visual de uma empresa.

O termo correto, sempre!

Como já disse, somos já membros de um corpo de profissionais que sofrem bastante com a confusão que a sociedade ainda faz conosco, por ser o design uma profissão nova. O mínimo que podemos fazer é ser coerentes ao falar de um dos mais importantes ramos de atividade do design que é a logotipia.

Artigo tirado do site design gráfico:
http://www.designgrafico.art.br/pontod/mural/logomarca_erro.htm
Data: 15.04.07

terça-feira, 27 de março de 2007

O Design Gráfico como elemento de Linguagem Editorial

Por Márcia Okida

O design gráfico é uma das mais importantes linguagens de comunicação existentes em uma página de jornal ou revista. Por que uma linguagem explicitamente gráfica seria um dos objetos principais de construção e transmissão de uma mensagem, em uma mídia composta, basicamente, por textos jornalísticos? Não seria por isso, talvez, que muitas revistas e jornais não duram mais do que algumas poucas edições logo após o seu lançamento? Não seria o design gráfico um dos principais responsáveis pelo fracasso editorial de um jornal ou revista? Responsável também pela falta de identificação e comunicação direta com seu público?
Sim. O design gráfico é responsável por grande parte do sucesso ou do fracasso de uma publicação. Com certeza, nesse momento, muitas pessoas podem estar "mal-dizendo" o que afirmo acima. Mas é do design gráfico grande parte da responsabilidade de uma perfeita comunicação entre um impresso e seu público.
A forma gráfica de uma página tanto pode afastar como aproximar o veículo de seu leitor. Pode, também, causar ruídos de leitura, má compreensão, cansar a vista, conduzir a leitura de uma forma errada etc. O modo como uma página, seja ela de jornal ou revista, é composta graficamente deve estar em sincronia com diversos fatores editoriais como, por exemplo:

- ordem de leitura das matérias;

- facilidade de percepção do conteúdo explícito na página;

- rapidez na transmissão da informação;

- facilidade na localização de assuntos;

- melhor entendimento da reportagem.

Assim como a composição gráfica pode ajudar a construir pode, também, destruir o conjunto editorial. Um bom projeto gráfico editorial é aquele que conduz os olhos dos leitores sem se tornar o elemento principal daquela página. Sem interferir na qualidade da leitura. As imagens, o tamanho das fontes tipográficas, a posição de títulos, retículas, boxes, fios, enfim, todos os elementos visuais devem ser perfeitamente pensados e posicionados com o objetivo de atender a uma necessidade editorial.
Esse conjunto gráfico deve ser o espelho de um determinado tipo de público para o qual aquelas matérias estão sendo feitas, principalmente no caso de revistas segmentadas. A busca de um equilíbrio entre a informação visual e a informação textual, um design que não se imponha às vistas de seu público gritando suas formas e cores, deve ser a finalidade principal do designer gráfico no momento do desenvolvimento de seu trabalho.
Mas esse "design invisível" que comunica com perfeição e que leva os olhos do leitor pelos caminhos desejados por um editor sem se tornar a força maior da página, não é algo fácil ou simples de ser alcançado. Existem vários elementos de construção gráfica que devem ser observados no momento da criação de um projeto ou na hora da sua diagramação. São eles:
Geometrização
Deve-se privilegiar os pontos de visão direta e visão periférica com as informações principais da matéria. A fotografia tem uma grande importância no traçado geométrico de uma página. Os olhos das pessoas caminham pela página de acordo com a força visual de cada elemento apresentado na diagramação. Esse traçado geométrico feito, inconscientemente, pelos olhos transmite ao cérebro informações de caráter sinestésico, além de facilitar ou dificultar o entendimento geral.

Gestalt

O contraste entre "figura e fundo" do conjunto gráfico. O equilíbrio entre áreas com e sem informação deve ser bem observado. Esses espaços em branco funcionam como área de respiro para uma página ajudando o ritmo de leitura. Essas áreas de descanso visual devem ser usadas de acordo com a necessidade editorial de um assunto, além de representar os anseios estéticos de um determinado público. Faixa etária, sexo, nível social e cultural, além dos assuntos a serem abordados, podem indicar como essas áreas de respiro devem ser usadas, em que quantidade e onde.

Tipografia

A escolha tipográfica é de grande importância no resultado final de um impresso. Essa escolha pode ser a responsável pela falta de vontade de terminar a leitura de uma matéria. Algumas características gráficas das letras podem dificultar muito a leitura e, conseqüentemente, a assimilação do conteúdo.
Existe uma sinestesia tipológica que deveria ser pensada, analisada, pesquisada e usada. Infelizmente a preocupação com o conjunto tipográfico de uma publicação é uma questão pouco valorizada pela grande maioria dos impressos nacionais.

Cores

O uso das cores de forma errada pode fazer com que o leitor se interesse em primeiro lugar por uma matéria que não é tão importante. Deve-se observar não somente a cor que se deseja usar mas sua localização na página e quantos segundos de percepção são necessários para sua assimilação pelo cérebro, assim como, quanto tempo uma pessoa ficará com seus olhos fixos nela. Esses tempos são de grande importância e influenciam diretamente na comunicação visual e textual. Um detalhe colorido em uma fotografia pode destruir a linha de leitura de uma página caso essa imagem tenha sido posicionada sem levar em conta essas questões acima mencionadas.
Na grande maioria dos impressos atuais, principalmente os jornais diários, as cores são usadas como um elemento facilitador na localização das editorias, mas dificilmente os designers, diagramadores, criadores de projetos gráficos se preocupam, no momento de posicionar uma imagem, com o que as suas tonalidades são capazes de fazer com a seqüência de leitura e, principalmente, com o que aquela cor pode transmitir.
As cores, dentro do conjunto visual de uma página, deveriam ser mais um elemento a ajudar na seqüência de leitura desejada pelo editor. Mas essa também é outra questão pouco observada na mídia impressa nacional de um modo geral.

Equilíbrio

A assimetria ou simetria excessiva de uma página também pode afastar o interesse imediato e dificultar a leitura geral. O uso de uma diagramação simétrica é quase que um padrão nos impressos atuais e a assimetria é tida, muitas vezes, como erro ou desequilíbrio. Mais uma vez devia-se levar em conta o perfil gráfico do leitor para o qual a publicação está sendo editada e somente assim determinar se o simétrico é realmente o mais correto. Existem públicos com preferências estéticas totalmente assimétricas e que acabam não se identificando com uma diagramação excessivamente simétrica.
Essas são apenas algumas questões que devem ser observadas graficamente no momento da criação de um projeto gráfico e, posteriormente, na sua diagramação. A diferença entre as preferências visuais e até textuais dos diferentes tipos de público faz com que a segmentação da mídia impressa, mesmo no jornalismo diário, cresça cada vez mais. Essa segmentação do mercado editorial torna obrigatório o conhecimento de todos os meios de transmissão de comunicação gráfica, principalmente os que atingem seu público-alvo através de uma comunicação subliminar ou sinestésica, como as preferências por cores, tipos, formas gráficas, estilos etc.
É fato que, graficamente, o jornalismo brasileiro ainda tem muito que alcançar. Basta que algumas regras e padrões antigos sejam quebrados e reformulados de acordo com uma sociedade que busca uma informação cada vez mais aprofundada dentro de assuntos específicos.
A busca pela excelência da comunicação gráfica deve ser o objetivo dos novos profissionais da área. A comunicação subliminar e sinestésica, que podem ser transmitidas através de cores, tipos, formas gráficas e estilos, faz parte dessa busca. É o design invisível segmentado transmitindo informações para o favorecimento de uma perfeita comunicação editorial.


Artigo tirado do site design gráfico:
http://www.designgrafico.art.br/comapalavra/linguagemeditorial.htm
Data: 27.03.07

sexta-feira, 23 de março de 2007

Revista Pesquisa Visual









Pesquisa Visual é uma nova revista de design em formato de livro que incentiva a investigação e o questionamento na área. Trata-se de uma revista de ensaios, mas não de uma revista acadêmica. Editada pela designer Mariana Aurélio, e produzida pelo seu escritório Horta, a estrutura da publicação é a de artigos seguidos por entrevistas com os respectivos autores, nos quais eles falam de suas carreiras, de temas recorrentes do design brasileiro e detalham questões mencionadas em seus textos.
A revista semestral tem formato gráfico de livro (14 x 21 cm) e é impressa em papel off-set 120g com miolo preto e branco. O primeiro número, com 124 páginas, traz cinco artigos: do designer e artista plástico Cadu Costa Cadu Costa; do tipógrafo Eduardo Berliner; da professora e pesquisadora Edna Cunha Lima; do tipógrafo e editor da revista "Tupigrafia" Cláudio Rocha; e do pesquisador André Villas-Boas.Trata-se de uma iniciativa independente que conta com a distribuição da editora 2AB. O site da revista, que contém uma introdução de cada artigo, pretende ser um portal em a Pesquisa Visual e seus leitores.


http://www.pesquisavisual.com.br/

sexta-feira, 9 de março de 2007

Roteiro básico de design gráfico

Por Marcos Roberto Batista

Certamente você já ouviu falar que, na vida, tudo é uma questão de escolha. Pois bem, realmente é. Porém, saber qual é a melhor escolha para cada ocasião não é nada fácil. Neste artigo, vou tentar demonstrar como fazer a melhor possível, visando construir um roteiro orientado para criar peças gráficas consistentes.
Para compor uma peça gráfica que chame a atenção, que desperte interesse e leve o receptor a uma ação positiva em relação à mensagem proposta, é preciso que haja perfeita harmonia entre todos os elementos que compõem o design da arte. Qualquer elemento simbólico não condizente com a mensagem pode desviar o receptor do objetivo da comunicação, pondo em risco todo o trabalho.
O ponto de partida para um projeto gráfico é ter a concepção da mensagem que queremos emitir. Tal visão deve ir ao encontro do objetivo da comunicação, ou seja, a mensagem deve estar totalmente clara em nossa mente, pois só assim poderemos seguir os passos na ordem correta.
O primeiro passo é criar o texto comunicativo, o qual deve ser adequado ao objetivo da comunicação. Convém utilizar palavras de um mesmo campo semântico, isto é, que tenham ligação próxima com o tema da peça. Há várias técnicas de redação, por isso, é importante ler muito sobre diversos assuntos, além de realizar uma leitura específica de auxílio, como a obra Redação publicitária – a prática na prática, de Zeca Martins. Não se pode esquecer, é claro, da tipografia, pois não basta ter um ótimo texto, a fonte usada deve ser coerente com a mensagem.
O segundo passo refere-se à cor a ser usada. Refletir sobre o objetivo da comunicação pode deixar as coisas mais fáceis aqui. Por exemplo: se o objetivo for comunicar a chegada de algum novo produto no mercado, relacionado à tecnologia, uma opção certamente seria um tom de azul; caso se trate de um anúncio de pizzaria, a cor vermelha seria indispensável.
Pense na cor como sendo um elemento de grande importância e, por isso, deve ser coerente com o objetivo do job. Há diversos estudos sobre cores. Essas pesquisas vão desde como a luz influencia na composição da cor, quando em contato com pigmentos, o que nos remete à física; passando pelo significado das cores – como as pessoas reagem quando expostas a determinadas tonalidades, o que nos é mostrado pela psicologia – e ainda se ramificam em uma infinidade de estudos.
É importante que o designer conheça muito bem as cores. Para um aprofundamento maior sobre o tema, consulte o livro de Israel Pedrosa, Da cor à cor inexistente.
O terceiro passo é: tendo o texto comunicativo e a cor (ou cores) adequadas, o designer deve pensar em símbolos para representar, com precisão, a mensagem. Cada símbolo inserido na peça deve ser cuidadosamente analisado, assim como também as palavras que compõem toda a parte textual da peça. É aconselhado evitar elementos simbólicos que levem o receptor da mensagem a uma interpretação ambígua, pois isso criaria um ruído grave, um desvio do objetivo da comunicação. Conhecer semiologia é outra ferramenta indispensável para o designer. Um ótimo livro que trata do assunto é Sinais e símbolos – desenho, projeto e significado, de Adrian Frutiger.
Para finalizar o trabalho com arte em grande estilo, deixo uma importante dica: se possível, espere alguns dias para publicar a peça, pois, com ela já mentalizada pode-se melhorá-la muito, tanto o texto quanto a arte em geral. É possível que algo visualizado nos remeta à idéia referencial da peça, ou ainda em sonho. O importante é ficarmos atentos e não deixarmos passar nada que possa ser acrescentado ao trabalho. Tenha em mente, principalmente, o objetivo da comunicação. Assim, certamente você perceberá novos símbolos no seu dia-a-dia.


Artigo tirado do site design gráfico:
http://www.designgrafico.art.br/comapalavra/roteirobasico.htm
Data: 09.03.07